Pieces of me
"Não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar.... Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas"

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Postado em 26/4/2012 às 23:02 | 33,962 notes (Reblog this!)

“Você sabe que eu nunca fui muito boa em lidar com sentimentos, né? De repente, só aquele frio na barriga quando eu cogitava a possibilidade de te ver, e aquele sorriso que surgia quando você falava comigo, já era o suficiente para me incomodar. Não que fosse ruim, de forma alguma, mas esse excesso de sentimentos faziam com que eu me sentisse vulnerável, em meio a um campo de batalha pronta para receber um golpe fatal a qualquer momento. Sei que é difícil entender esse meu jeito, mas eu preciso sentir que o território é seguro, entende? Enquanto não sinto, há um turbilhão de emoções aqui dentro, uma porrada de sentimentos, que vão sendo abafados, abafados, abafados, mas que vez ou outra acabam transbordando e resultando em pequenas atitudes, que eu espero que você seja capaz de interpretar.

Eu posso nunca ter dito o quanto eu gosto de você, e o quanto eu sinto saudades, mas lembra aquela enxurrada de mensagens que eu te mandava no meio da noite, principalmente nos finais de semana dizendo “vem pra cáaa”, “quero te ver”, e tudo do gênero? Esse é meu jeito meio descabido e meio indireto, de dizer que sinto sua falta, e que você é importante o bastante para que eu queira estar contigo na madrugada de uma sexta-feira, ou até mesmo em um domingo a tarde.

Eu posso nunca ter dito, e talvez eu nem consiga dizer o quanto eu te acho incrível, e o quanto eu te admiro por esse jeito meio calado, meio misterioso e meio indecifrável, mas sabe quando eu fico te olhando com aquele sorriso meio bobo, e falo seu nome seguido de um “aai, xxx”? É meu jeito de demonstrar que eu te admiro. E tem mais, sabe quando eu digo que não te suporto por me fazer sair tarde da noite, ou por sumir e reaparecer do nada? A real é que é só um jeito menos pesado e menos sentimental de demonstrar essa felicidade louca por você ter surgido do nada. 

A real é que não tem segredo. E eu só preciso sentir que o território é seguro. Preciso sentir que você também quer estar comigo, entende? Não é difícil. Pode parecer tudo meio louco, mas você precisa aprender a me ler, rapaz.. Eu só PRECISO que você aprenda isso, fechado?” Ju Pollita


Postado em 7/4/2012 às 22:08 | 1 note (Reblog this!)

“Eu não me conheço quando estou com você. De repente me dá vontade de fazer coisas que normalmente eu não faria, falar coisas que não falaria, e te contar coisas que eu normalmente não contaria a ninguém se estivesse sóbria. Você faz prevalecer o meu eu que quer se arriscar e se jogar num futuro imprevisivel, com alguém tão imprevisivel quanto você. Logo eu, que sempre me identifiquei com as coisas certas, planejadas, e com um jeito estruturado de encarar a vida… era fácil flertar da mesma forma com todos, sabe? Nos conhecemos, olhares pra lá, sorrisos pra cá, tentativas de beijo interrompidas pelo meu falso desejo de ser difícil, e bum, pronto, acabou… sem segredo e sem dificuldade. Infelizmente com você as coisas saem um pouco do controle, porque você não me deixa jogar da forma que sou craque. Você me desestrutura, não entra no meu jogo, me faz quebrar a cabeça tentando encontrar uma forma de te desarmar, e quando vejo já é tarde demais… estou desarmada. E as coisas se tornam ainda piores quando você não fala comigo, e eu obviamente não falo com você… afinal, estar desarmada e não ter um pingo de orgulho é no mínimo muita burrice. Sei lá, suas atitudes fogem do que estou acostumada e admito que apesar de ser complicado o seu jogo de “ligo, mas não ligo”, eu gosto da sensação que você me causa. E gostei daquele momento em que não estavámos nem pra lá, nem pra cá… em que não estavámos nem bebâdos, nem sóbrios, e talvez envolvidos seja a palavra certa. Acho que o seu jeito de levar as coisas, me mostrou que meu jeito de levar…era um porre!!! Acho que gosto da nossa compatibilidade, e de ter você por perto.. acho que gosto ainda mais do meu eu, e do seu você quando estamos juntos… Acho que me lasquei e que bom no fundo… eu gosto do seu jeito inovador, complicado, e insuportavelmente chato e encantador de me dominar, e de me encantar.” Ju Pollita


Postado em 1/2/2012 às 21:42 | 3 notes (Reblog this!)
Lembranças

“Hoje, limpando o entulho do armário lotado, na tentativa de abrir espaço para que as coisas novas pudessem entrar, me deparei com uma foto de nós dois, enterrada no fundo de um amontoado de coisas sem importância. Tive que me perguntar o motivo de eu ter jogado as nossas lembranças ali, no escuro, num local distante do acesso dos meus olhos. E olhando pro brilho do olhar, do sorriso radiante, eu descobri o motivo: ainda dói. Não que eu tivesse esquecido, é só que para seguir, as vezes temos que deixar alguns baus trancados para que os fantasmas não saiam. Veja só, de nada valeu! Eles sairam, e em uma fração de segundos, eu havia voltado para o quarto em que você estava. O lençol branco jogado na cama, a chuva caindo diante dos nossos olhos, você… sem camisa tentando me seduzir, e me puxando para a chuva, dizendo a todo instante o quanto eu ficaria sexy com aquele vestido branco molhado. Bati o pé umas mil vezes, e você na sua ansia pela aventura, me pegou no colo, e quando eu vi, tarde demais, eu já estava lá, já tava na chuva, e quem tá na chuva é pra se molhar né? Dito e feito, já era tarde… eu era sua! 

A noite passou, e eu achava graça quando você falava do meu jeito, e me classificava como menina-mulher. E eu gostava disso sabe? Alias, eu gostava de tanta coisa em você, em mim, em nós… na nossa compatibilidade. Depois de dormir na varanda olhando as estrelas, e não falando nada com nada, acordei e me vi sozinha na cama, sozinha, com um bilhete do lado. Eu não sabia como te dizer isso, alias, eu não sei como te dizer tantas coisas..e eu programei, e treinei jeitos de te dar essa notícia, mas não consegui. Doia pensar em te encarar, e encarar o seu olhar e dizer que ia embora, quando você, com certeza, me faria ficar. Eu sou do mundo, sabe? hoje eu to aqui, amanha lá, depois de amanhã, quem sabe? Só não perde esse teu jeito lindo, de menina, que canta raimundos, e raul seixas, e até a porra do rbd… voce é linda, e merece o melhor. Espero que a gente se encontre algum dia. Desculpa não ter sido forte o bastante pra dizer isso de frente. Te amo!”. 

Doeu tanto, que tive que destruir os teus rastros, e qualquer lembrança que sobrasse de nós. Mal sabia eu, que tinha deixado a lembrança mais importante em meu armário. E lá estava eu, com lagrima nos olhos, imaginando em que parte do mundo você estaria… Tenho certeza de que você nao gostaria de ver como me fechei, e como passei a racionalizar as coisas, e os sentimentos. Como ainda dói dançar raimundos pulando, daquele jeito que te fazia rir… como dói passar pelos lugares que passamos juntos, e ver que você não está ali. E pior, como dói te ver ressurgir e perceber que não é igual, que não somos os mesmos, e agir como se não tivesse doido, e nem importado. Doeu!! Dói, e eu tinha que eliminar aquela ultima lembrança. Um ano novo estava vindo aí, e segundo a lei de conspiração, o novo só vem quando eliminamos o velho. Eu tinha que te eliminar, e comecei rasgando devagar aquela ultima foto, que remetia a uma felicidade extrema. Parei por um minuto, e pensei na possibilidade de você chegar de surpresa, afinal, você era do mundo né? Isso poderia acontecer! Ou ligar… ou mandar um sms, ou fumaça, ou qualquer outro sinal de “estou vivo, lembro de você, sinto sua falta, to bem”. Nada aconteceu. Rasguei. Doeu. Cortou. Sobrevivi! 

Escrevi em um papel tantas palavras aleatórias que vinham em minha cabeça, como: adeus, amor, I don’t care, paciência, tô bem, viado, filho da mãe, sinto sua falta, va-te-ferrar, te amo… me amo! A ultima frase fez tanto sentido.. que vi sentido em tudo que aconteceu. Talvez sua partida, por mais dolorosa que tenha sido, tenha acontecido por um unico motivo: eu precisava de um feedback. Eu precisava encontrar certos pontos em mim mesma que certamente não encontraria sozinha. Lembro de você falando do quanto meu orgulho te feria, e do quanto era complicado ver que só você vinha atras… mesmo quando eu também me importava. Lembro também das nossas inumeras brigas, em você pedia desculpas depois que eu batia o pé, e fazia birra, e você sempre falava: “se é outra pessoa, não atura isso não viu morena? é hora de por os pingos nos i’s, é hora de fazer uma mudança nesse teu gênio forte, que só eu dou conta. E enfim, essa separação brusca e repentina, por mais dolorosa e cortante que tenha sido, foi positiva pra mim…Acho que a graça do ano novo é poder modificar e nos reinveintar, e eu tô tão confiante com relação a esse que chegou, sabe? Você ficaria orgulhoso de mim…! Quero coisas novas, relacionamentos novos, pessoas novas.. quero acertar em todos os lugares que errei com você, e quero que dessa vez, dê certo entende? Talvez seja carência, ou esse espirito inovador que vem junto com a virada de ano… e quem sabe, depois que eu corrigir esses complexos, a gente possa se encontrar.. no meio de um encontro, se esbarrar no meio de um caminho.. e dar certo né? Ju Pollita


Postado em 1/1/2012 às 16:24 | 2 notes (Reblog this!)

(Source: vontadenula)


Postado em 5/12/2011 às 4:37 | 64,376 notes (Reblog this!)
carolsilverio: best linda, não consigo reblogar seus textos, coloque eles como 'foto' que eu agradeço, muak :*

pode deixar, coisa linda!!


Postado em 3/12/2011 às 15:17 | (Reblog this!)
leonardonovaes: O que é mais dificil: acreditar numa pessoa que ja mentiu muito ou confiar em alguem que você nem conhece direito ?

Complicada sua pergunta Léo. Não sou o tipo de pessoa que confio nas pessoas do dia pra noite, acredito que confiança, acima de tudo, a gente conquista. É uma questão de tempo! Ou seja, já elimino a resposta de confiar em quem não conheço, digo, não completamente. Quanto a primeira resposta, não levo fé.. quem quebra sua confiança uma vez, é capaz de quebrar novamente, infelizmente tenho essa teoria fria e insensivel :/ obvio que acredito que as pessoas possam mudar, mas é aquilo né, tem que ter o feeling com relação à pessoa e a situação. Enfim, não sei te responder o que é mais difícil, porque pra mim, um é consequência do outro entende? confiar em alguém que quase não conheço, é uma chance mil vezes maior de me decepcionar.. o que resultará na primeira opção, ter alguém por perto que mente e não se importa com os sentimentos alheios! Realmente complicado, prefiro não cogitar as idéias, e continuar com a minha seletividade. respondido? =D 

Ah, bem vindo ao tumblr! *-*


Postado em 3/12/2011 às 15:17 | (Reblog this!)

“Houve uma época em que tudo era tão simples, tão livre de complicações, tão lindo, e eu.. na minha ansia de ser adulta, sem enxergar a verdadeira dimensão e o peso que essa classificação exerce sobre as pessoas, estava sempre acelerando o passo, lutando contra o tempo para atingir aquele tão sonhado patamar de maioridade, e não me dei conta de que estava vivendo a melhor e mais tranquila fase da minha vida. Ela passou, e a minha corrida finalmente teve um ponto de chegada: não apenas atingi aquilo que chamam de maioridade, como também passei a agir e viver na mesma tensão com a qual eles vivem. Quando eu era pequena, ser adulta era usar salto, maquiagem, e ter um amor como o dos filmes, e o que mais me assusta nesta altura do campeonato, é pensar que eu me enganei. É tudo tão complexo, sem horas de sono, sem novelas durante a tarde, sem tardes inteiras no telefone com as pessoas que você gosta. É tudo tão capitalista, é tudo tão… vazio. Talvez eu não esteja pronta pra encarar esse mundo escroto e essas pessoas frívolas. Talvez eu não esteja pronta pra sair do meu casulo, da bolha na qual eu vivia, aonde o mundo era quase perfeito. Talvez eu não queira sair local seguro da minha mente, aonde as pessoas valem a pena, e onde os amores irreais de filmes realmente acontecem. Talvez, sei lá, eu não queira abrir mão desse meu pensamento ilusório… e não queira endurecer, como boa parte dos adultos que conheço. Talvez eu só tenha medo de ficar quadrada, e com o coração esmagado diante de tantas preocupações, relógios, contas e papeis. Pode ser irônico, mas talvez, eu só queira ser criança!” Ju Pollita


Postado em 12/8/2011 às 23:13 | 1 note (Reblog this!)

Nem precisa de uma legenda. Acho que todas as garotas que olharem para esses gifs vão saber instantaneamente do que se trata.


Postado em 31/7/2011 às 13:47 | 256,526 notes (Reblog this!)
"Anda menina. Para de ser infantil. A culpa não é de ninguém….Se apaixonou agora segura. Anda. Seja forte. Seja feliz. Seja uma mulher."

Caio Fernando Abreu (via lovestupid)

Postado em 30/7/2011 às 15:28 | 2,167 notes (Reblog this!)
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